Ao que parece...

... O passarinho que falou comigo também piou na orelha de Victor Martins. Vão lá xingar ele.

Escrito por Bruno Vicaria às 17h34
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Susto

Nunca tive nenhum problema ao viajar de avião... Até hoje. Na ida para Floripa, o comandante certamente fez uma mega cagada que quase matou todo mundo. Perto de aterrissar, o avião estava muito baixo, dando a impressão de que pegaria nas árvores do terreno que antecipava a pista.

De repente, o piloto acelerou, mas o avião inclinou para um lado e, depois, para o outro, justamente do lado que eu estava, o esquerdo, bem em cima da asa, e foi para o chão, em uma velocidade e impacto fortíssimos. Por muito pouco, a asa não pegou no asfalto. Coisa de instantes.

Depois disso, ficamos um bom tempo parados no meio da pista, e taxeamos em uma velocidade de tartaruga até a área de desembarque. Ao descer do avião, não nos deixaram ver o dano que causou, o que foi uma atitude extremamente ridícula.

Com isso, Marcio, Leda, Carsten e eu temos, agora, seis vidas.

Escrito por Bruno Vicaria às 23h33
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Saídos do exílio



Finalmente, a anistia chegou à imprensa automobilística...

- Olha o tamanho do Luca...
- E o Otazú, parece aqueles filhos de mães cuidadosas, que colocam uma armadura nos rebentos para eles brincarem na caixa de areia.
- O Ico, o Nei, eu e o Saulo parecemos pedreiros, que aproveitaram a hora da marmita para andar de kart.

Escrito por Bruno Vicaria às 08h36
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Folguinha para papear

Um renomado jornalista de F-1 (que gosto muito, aliás) veio me dizer hoje em Cotia que o decepcionei por causa do post falando sobre a permanência de Barrichello. "Pense antes de escrever", disse.

O mais curioso é que ele me disse isso como se soubesse da decisão da Honda. Eu achei engraçado, pois meu post foi escrito no condicional, justamente pelo fato de eu não ter como checar com outras fontes. Uma pessoa confiável me disse, achei relevante e publiquei aqui, um espaço onde todos têm voz.

Não vi nenhum mal nisso. Pelo contrário: vi ali uma alternativa extremamente possível. E outra, também resolvi apostar nisso. Não vou morrer se o que disse no blog não acontecer e não tive intenção de me promover - quem me conhece, trabalha ou trabalhou comigo sabe do que sou capaz. Não preciso disso.

O rumor que publiquei é menos ofensivo que a guerra inventada pela mídia entre Senna e Di Grassi. Enfim, acho que não devo explicações, né? Só passei a adotar esta teoria, pois eu, assim como muitos os que comentaram aqui, acho que faz bastante sentido. Em tempo: não falei novamente com o "passarinho", já que não consigo parar quieto em um lugar.

Mudando de assunto...

Amanhã sigo para Floripa para fazer o que mais gosto, que é acompanhar um monte de animais (no bom sentido) andando a 150km/h e com a bunda a dois centímetros do chão. Mais legal que assistir, é só correr.

E hoje corri na Seletiva Petrobras, na bateria dos jornalistas. Vinte dementes com 30 minutos livres para se destruírem - ou demonstrarem o máximo do carinho que sentem pelos colegas - a bordo de carrinhos velozes sem a preocupação com o equipamento não dá muito certo.

Isso levando em conta que o traçado usado foi o mesmo da Seletiva, com a curva oval, que pula pra caralho. O resultado? Panca para todos os lados. Me classifiquei em décimo e terminei uma posição acima, pois resolvi me divertir nas últimas três voltas com Nei Tessari.

Ele corria com o capacete emprestado do Sérgio Jimenez, eu com o de Rafael Suzuki. E, para o deleite de todos no paddock, começamos a nos bater, "inspirados" pelo espírito que mora naqueles cascos. E eu levei a melhor: além de ganhar, fiz o Nei bater. A foto da disputa está abaixo.





Escrito por Bruno Vicaria às 22h12
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Que feio...



Mil Milhas de 2008 com colete de fotógrafo de 2007. Poderia ter os carros de 2007, também, né...

Pelo menos uma coisa eu sei que foi igual: o público. ZERO!

Escrito por Bruno Vicaria às 16h48
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Mais sobre Barrichello-Senna-Honda



Apesar do bom desempenho nos treinos de ontem, não creio que Bruno Senna está pronto para uma temporada com apenas alguns testes de pré-temporada. É jogar o moleque na fogueira. No desenvolvimento desse carro novo, a importância de Rubens Barrichello é enorme, pois Jenson Button é péssimo nesse quesito.

Sem dúvida, olhando do ponto de vista da Honda, faz todo o sentido a permanência de Barrichello, pela exatidão da transmissão das reações do carro aos engenheiros (embora Alexander Wurz seja uma referência respeitável, só ele não é o suficiente).

Se for piloto de testes, Bruno Senna fará mais uma temporada na GP2. Como test-driver, Bruno já teria uma idéia do impacto que ele vai causar na F-1, e chegaria bem mais preparado, mesmo com os testes limitados.

E a Honda é uma ótima opção para ele, por simples motivos: é a equipe mais rica, todo mundo lá ama ele de graça, por causa do tio, ele sabe que será primeiro piloto lá e, tendo todas essas armas na mão, é só saber usá-las.

Ficar uma temporada como piloto de testes será mais benéfico a ele do que se entrar já no ano que vem... Vai que ele dá uma de Nelsinho... Afinal, as temporadas na F-3 e na GP2 mostram ele não é um primor de constância nas corridas...

Como test-driver, Senna vai ficar um ano nos holofotes sem fazer nada. Aí, quando chegar a hora do “vamos ver”, tudo vai depender do talento dele.



Escrito por Bruno Vicaria às 16h10
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"Brinquedinho novo"

Daniel Betting, na tentativa de descolar uma boquinha extra como fotógrafo, sacou sua indispensável Cybershot na apresentação do carro novo da Stock Car e disparou vários flashes da máquina, que ficou com um visual bem agressivo. O bólido se mostrou muito bem acabado - ficou bem parecido com o DTM - e animou todo mundo que esteve presente.








* - Palavras de Carlos Col sobre a "menina dos olhos".



Escrito por Bruno Vicaria às 16h38
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É cada conceito...

Independente da situação e da notícia, o que tenho notado há tempos é que muita gente trata como lixo todo o esportista que se aproxima dos 40. Acho isso uma mania extremamente besta. Veja Ingo Hoffmann, que passou dos 50 e dá show até hoje com a molecada.

Lembrem de Mauro Galvão, zagueiro do Vasco, do Túlio, que hoje faz a festa no Vila Nova. De Schumacher, que segue tinindo. Oscar, do basquete. Isso sem citar outras modalidades. Todo mundo fala que Barrichello está velho e "passado", mas ele está em melhores condições físicas que muito neguinho de 20...

Escrito por Bruno Vicaria às 23h53
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Primeira avaliação

O passarinho que contou a história de ontem do Barrichello, afirmou hoje que o veterano só perderia a vaga se os dois pilotos que estão sendo avaliados impressionassem muito o povo da Honda.

Fim dos treinos, o primeiro resultado devidamente informado pelo pombo-correio: Lucas agradou, mas não o suficiente para tirar Barrichello.

Agora, falta o teste final de Bruno Senna. Aguardemos com ansiedade.

Acho interessante esta disputa: um com 16 temporadas nas costas, outro com dois anos de testes, mas nenhuma corrida, e um com quatro anos de experiência no automobilismo. O que será que a Honda deve estar avaliando?

Escrito por Bruno Vicaria às 17h03
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Objetos e lembranças - agora são vários

A F-1 acabou há três semanas, mas a correria continuou e as credenciais ficaram de lado um tempo. Mas eu não esqueci delas, por isso vou dar um gás para continuar mostrando todas. Desta vez, será um 4 em 1: de 1994 a 1997.



Vamos começar pelas duas primeiras: as de 1994 e 1995. A primeira tem uma arte gráfica modernista e uma foto dos carros do ano anterior, uns dos mais bonitos de todos os tempos. Já a segunda, como não podia deixar de ser, foi uma homenagem a Ayrton Senna.



Para encerrar a cota de hoje, a credencial permanente dos jornalistas em 1996 fez uma ode às baratinhas: os carrinhos que deram início à categoria, enquanto a de 1997 grafou uma bela imagem de uma largada de 1996, outra que teve carros muito bonitos.

Escrito por Bruno Vicaria às 08h58
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Cá entre nós

Se isso que foi dito abaixo realmente acontecer, não será de espantar ninguém. Afinal, Barrichello fez tudo direitinho na equipe em 2008: subiu ao pódio, somou 11 pontos, superando Button, e foi extremamente equilibrado na briga de posições do grid de largada.

Usar Bruno Senna logo de cara, assim, considero um erro. Afinal, se ele tem a opção de ser bem preparado durante uma temporada para estrear com força total no ano seguinte, para que gastar todos os cartuchos em uma temporada onde ninguém sabe como se comportará o carro - muito menos ele, que só andou uma vez com um carro de F-1, hoje.

O argumento ganha força se levarmos em conta a forma de pensar do piloto. Desde os tempos de F-3, Bruno diz que vai encarar tudo com muita calma. Foram dois anos de F-3 e dois anos de GP2, de lá para cá. Nada mais lógico do que testar um ano e, já habituado com o carro e com a equipe, entrar para valer em 2010.

Curioso também foi comparar suas vestimentas com as de Di Grassi: Senna usou os decalques da Honda no capacete, Di Grassi, não; Senna usou um macacão com seus patrocinadores pessoais já bordados nele, Lucas, não.

O resultado dos treinos de hoje, cá entre nós, não valeu porra nenhuma...

Escrito por Bruno Vicaria às 20h42
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Na contra-mão

Vou nadar contra a maré, e todo mundo vai me chamar de louco desvairado. Como a fonte é bem confiável e me pediu para que esta notícia seja apenas publicada na Laje, aqui vai ela:


Barrichello permanece na Honda em 2009; Senna, só em 2010




É, amigos, vocês leram certo. A Honda já fez sua escolha para 2009 e todo esse vestibular não passa de fachada. Na verdade, a montadora japonesa também já optou por Bruno Senna em 2010, o que, para mim, era a escolha mais sensata.

Um passarinho influente me contou que o vestibular, na verdade, é para ajudar Bruno Senna a tentar angariar uns patrocínios visando a temporada de 2010. E que Barrichello fará seu ano de despedida na F-1 em 2009, em um período transitório, onde o mais velho cederá o lugar ao mais novo, que fará as vezes de test-driver, aos poucos. Segundo este passarinho, "as chances de este cenário mudar são mínimas". Tudo bem, pode mudar, mas não é o que parece no momento. Isso comprovaria a tranquilidade de Barrichello nas últimas semanas(Inclusive, na Granja, ele estreou um macacão da Honda preto, todo bonito).

E Lucas Di Grassi nessa história? Ele pode seguir como piloto de testes na Renault, esperando um outro vacilo de Nelsinho Piquet, o que tem grandes chances de acontecer. Não se sabe qual será seu futuro, mas tudo leva a crer que ele está de laranja nessa história.

Por fim, Rubens Barrichello poderá ter uma despedida digna. Mesmo ele sendo uma pessoa que não saiba capitalizar nada a seu favor e simpática, na maioria das vezes, apenas na frente das câmeras. E, nisso tudo, apenas Di Grassi não terá um final feliz. Por enquanto.

Pronto, contei!

Escrito por Bruno Vicaria às 18h23
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Em terras paranaenses

Me senti um GPS ambulante no fim de semana. Era a Glauce no volante e eu no mapinha, praticamente todos os dias (tirando a noite em que tivemos de pegar o famoso busão para Curitiba). Tenho culpa eu que os nativos não têm a mínima noção de ruas e caminhos? Tá louco, esse povo é perdido demais.

No fim de semana, aliás, financiei a carreira do maldito Tarso, ao ir em sua nova balada, a 7en ("seven"). Só cocota e mulher escultural, afinal, lá é 50 reais só para sorrir. Por sorte, paguei o que consumi, somente, mas Ballantines 12 anos é complicado...

E na estrada, na volta? Saímos 18h e chegamos duas da manhã em casa, por causa de um maldito caminhão de farinha de trigo que tombou um quilômetro à nossa frente. Ainda bem que ouvimos o caminhoneiro dizer "carro pequeno passa", e cortamos pelo acostamento até o local do tombamento.

Enquanto o povo, que parecia corintiano, pois brotou do chão, saqueava toda a carga, esperamos limpar a pista. Quando deu para passar, nos sentimos na pole: sem ninguém, a Régis foi nossa até a chegada, em São Paulo. Nenhum caminhão, nenhum carro, nada. Paraíso. Foi melhor que a encomenda.

Sendo assim, graças à este último episódio, não consegui ver jogo nenhum... Ainda bem.

Escrito por Bruno Vicaria às 09h41
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